Ultra-som: o espaço que capta o eco das notícias
Economês I
Há muito tempo que as terminologias “inserção dinâmica de Cabo Verde na economia mundial” e “inserção activa de Cabo Verde na economia mundial” entraram de vez no vocabulário político cá da terrinha. Para o Sr. Djudja, do Brasil, homem de mais de 70 anos, mas ainda com dificuldades em fazer sossegar o periquito, o único caso que jamais pode acontecer é a inserção passiva de Cabo Verde na economia mundial. “Imagine só toda aquela fila avantajada de países da Costa Ocidental Africana atrás de nós!”, arrepiou.
TACV I
A última interpelação ao Governo, por parte do MPD, sobre a situação actual das TACV veio a demonstrar que a nossa companhia área só esteve realmente em perigo daquela vez em que, durante um voo regional, o nosso querido Chindo Morandi tentou dar uma chinelada na barata (no bom sentido é claro!) com tanta gana que quase botou abaixo a aeronave.
Património Mundial I

Um dia desses, dando umas voltinhas pelos arredores da cidade no carrão de um amigo checámos cada popozuda que o homem não resistiu a fazer o seguinte comentário: “se o pessoal do IPC (Instituto de Promoção Cultural), em vez de, insistir em propor Cidade Velha como Património Mundial optasse pelas nossas mulheres era chegar, vencer e partir para o abraço”.
Eu, que já tinha botado os olhos nas protagonistas das Noites de Caravela (Mindelo), concordei longamente em género, número e degrau!
Economês I
Há muito tempo que as terminologias “inserção dinâmica de Cabo Verde na economia mundial” e “inserção activa de Cabo Verde na economia mundial” entraram de vez no vocabulário político cá da terrinha. Para o Sr. Djudja, do Brasil, homem de mais de 70 anos, mas ainda com dificuldades em fazer sossegar o periquito, o único caso que jamais pode acontecer é a inserção passiva de Cabo Verde na economia mundial. “Imagine só toda aquela fila avantajada de países da Costa Ocidental Africana atrás de nós!”, arrepiou.TACV I
A última interpelação ao Governo, por parte do MPD, sobre a situação actual das TACV veio a demonstrar que a nossa companhia área só esteve realmente em perigo daquela vez em que, durante um voo regional, o nosso querido Chindo Morandi tentou dar uma chinelada na barata (no bom sentido é claro!) com tanta gana que quase botou abaixo a aeronave.
Património Mundial I

Um dia desses, dando umas voltinhas pelos arredores da cidade no carrão de um amigo checámos cada popozuda que o homem não resistiu a fazer o seguinte comentário: “se o pessoal do IPC (Instituto de Promoção Cultural), em vez de, insistir em propor Cidade Velha como Património Mundial optasse pelas nossas mulheres era chegar, vencer e partir para o abraço”.
Eu, que já tinha botado os olhos nas protagonistas das Noites de Caravela (Mindelo), concordei longamente em género, número e degrau!
Emigração clandestina I
Perante mais uma vaga de emigrantes clandestinos, desta vez, o Ministério da Administração Interna resolveu acautelar na hora de reencaminhar os “boat people”. É que, da última vez, alguns países recusaram terminantemente a aceitar os repatriados, dizendo que, não eram dali.
Para isso, o Ministério tem valido dos préstimos do Sociólogo Abraão Vicente que, munido de um mapa de África e, mediante a colaboração de um tradutor, indica os países e pergunta a cada um na língua dele: “abó bu móra li?”
Novo Código Eleitoral I
Com o consenso chegado entre as duas maiores forças politicas para a aprovação de um Novo Código Eleitoral quem ficou mais prejudicado - ainda por cima, sem serem auscultados sobre o que pensavam disso - foram os nossos muchos queridos artistas de craveira internacional: Assim, by, by Ferro Gaita, Jorge Neto, Suzana Lubrano and company.
Também a otras cositas de má memória como o espectáculo deverasmente triste daquele playboyzinho de chacha, o Maurício Mattar, actuação que quase brochou o encerramento da campanha tambarina.
Esperamos ainda que paguem ao Bife que, por estes dias, continua a correr atrás do atraso, numa romaria diária à Assembleia p`ra botar a mãozinha na txotxoka.
Novo Código Eleitoral II
Perante a atitude bloqueadora dos Deputados da Bancada Municipal ventoínha que se recusaram a indicar terminantemente os seus membros para a Comissão de Recenseamento Eleitoral (CRE) Sr. Sinfrónio produziu o seguinte desabafo: “agora é ser como São Tomé, vê p´ra CRE!”
Redimensionado I
Cabisbaixo e taciturno, Sr. Antenor, ex-TACV, chegou ao lar, doce lar. Ao vê-lo naquele estado lastimável a esposa, Dona Gracinda, quis saber logo o que se passava com o maridão.
- Fui redimensionado!
- Falhado, perdedor, filho da p…Porquê que tu não se mata? Ainda tens lata de vir aqui com essa conversa de redimensionado! – Enfim, Dona Gracinha desabou sobre o pobre do hómi um conjunto de mimos que, só as mulheres são capazes, nos momentos em que mais precisamos delas.
Calmamente, Senhor Antenor rebateu: fui redimensionado, sim. Despedido mesmo, foi meu colega Joka do 213!
Redimensionado II
Para além de um Manual de conduta e de um exemplar do best-seller “ Como lidar com seu cão canadiano!”, comenta-se à boca pequena que, para manter na linha os pessoal, Sr. Gyllito mandou distribuir também um CD/DVD com uma musiquinha que diz assim: “Esta é dança do redimensionado/Amanhã o dançarino pode ser você/E vai levando um pé na bunda vai…/ E vai ficar redimensionado vai…”
Por Jorge Garcia

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